Você já se sentiu culpado pela violência? Já parou para pensar nas verdadeiras causas de atos criminosos?
As pessoas são educadas em famílias com uma base moral. Aprendemos, desde crianças, com nossos pais o que é certo e errado.
Será que a forma como educamos os nossos filhos os prepara para serem seres humanos do bem Ou ninguém põe a mão no fogo por ninguém? Lembremos o que todos dizem: a maior causa da violência é a impunidade.
E um criminoso, um assaltante, um trombadinha, que valores morais essa pessoa teve afinal? Sob qual teto foram educados? Pode ter sido tanto em um chão de mármore ou sob as tábuas de um barraco na favela. E isso é culpa de quem?
A sociedade se redime e se consola ao pensar que paga seus impostos e, portanto, o governo tem obrigação de suprir as necessidades sociais de todos. Na verdade tem sim, mas sabemos que não é bem isso o que acontece.
E a ressocialização do criminoso? Como ele sairá de uma penitenciária sem representar perigo à sociedade, se ainda não construiu dentro de si um código moral aceitável das pessoas com as quais ele voltará a conviver?
Hoje só convido os caros leitores a uma reflexão: Somos culpados ou inocentes?
A mitologia revolucionária enxerga o homem como mero produto do meio em que vive – Sartre “o inferno são os outros”. Rousseau acreditava que o homem nascia puro como um “bom selvagem” e que era a maldita realidade social que o tornava mau e Karl Marx é claro: “Não é a consciência dos homens que determina o seu ser; é inversamente o seu ser social que determina sua consciência.”
terça-feira, 25 de setembro de 2007
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