Segunda-feira, dia 24 de setembro, reencontrei um amigo que não via a muito tempo. Conversa vai conversa vem, e ele me contou que sofreu uma tentativa de seqüestro á quatro semanas antes. Tinha ido viajar e deixado o carro com a familia, e quando um dos familiares foi sair com o carro, foi seqüestrado por mais de um bandido e levado para um cativeiro.
Tudo foi resolvido e o seqüestrado entregue a familia, porém sofreu muitos ferimentos e passou alguns dias no hospital por ferimentos mais graves.
Meu amigo não pensou duas vezes, grampeou telefones, não sai de onde estiver antes de avisar a familia que está saindo, trocou o carro por um todo blindado e insufilmado.
Esse é o preço que se tem que pagar por ter uma vida financeira confortável.
Até quando, ou até que ponto as pessoas vão por dinheiro. Não é justo para uma pessoa que luta durante anos na vida, se empenha em um trabalho para nele crescer, e derrepende é visto em um labirinto sem saída, onde ou entrega o quanto de dinheiro, de sua conquista, que pedirem, para uma pessoa ou grupo o qual invade a privacidade, ou então apanha até morrer.
Não é justo, não poder disfrutar de suas conquistas, por medo de algum cidadão estranho lhe tirar este prazer.
Até quando será preciso blindar até o pneo do carro para poder ter certa segurança?
E muitas vezes quem planeja um seqüestro, não são delinqüentes de esquina, e sim pessoas estudadas e muitas vezes de boa familia, que quando é preso, paga para poder ter uma ótima cela, além de tv á cabo, dvd, e todas as mordomias de que uma pessoa com ensino superir tem em um presídio.
Esses freqüentes seqüestros, só iram diminuir, quando essa palhaçada da lei brasileira for mudada e seguida. Pois não tem cabimento diferenciar os detentos por escolaridade, quando todos estão presos por cometerem crimes.
O que um criminoso com escolaridade tem de diferente de um outro criminoso sem? Séra que o problema não está em maior parte no legislamento brasileiro? Na confiança da segurança pública?
sexta-feira, 28 de setembro de 2007
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