"‘A operação conseguiu, sem dúvida nenhuma, desarmar grande parte do grupo que atuava naquela área’. ‘A nossa política é prender criminosos retirar armas de circulação, da mão de pessoas que não têm a mínima condição e o mínimo de compromisso social’" argumenta José Mariano Beltrame, secretário de Segurança Pública no Rio de Janeiro.
Na reportagem, foi questionado se os traficantes realmente estavam armados e chegaram à conclusão de que sim.
Já em reportagem do Jornal Nacional do dia 19 de outubro intitulada "O que fazer com armas apreendidas" dados são apresentados como: "Só este ano foram mais de 70 fuzis apreendidos pela polícia com traficantes no Rio.Além de metralhadoras de grande porte ponto trinta e até ponto cinqüenta anti-tanques. Só no depósito da polícia do Rio estão mais de 230 mil armas apreendidas, além de munição. São revólveres, pistolas e muitos fuzis de vários modelos."
"Um lote de 80 mil armas está pronto para ser destruído pelo exército, mas no Congresso Nacional deputados apresentaram projetos para que as armas que estejam com a numeração de série sejam preservadas".
"Veja bem, no nosso país hoje, o número é expressivo de apreensão de armas. Então, hoje não podemos dar o luxo de destruir armas boas, que podem ser reaproveitadas pelas organizações policiais", defende o deputado Laerte Bessa (PMDB-DF).
Enquanto o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral é completamente a favor, pois acha que as armas devem ser passadas para a mão de quem defende a sociedade; o coordenador de desarmamento da ONG Viva Rio, Antônio Rangel argumenta dizendo que além da polícia não precisa desse armamento e que isso será uma alegria para os policiais bandidos.
De cada 1 arma apreendida pelos policiais, 3 são contrabandeadas novamente para os bandidos. Qual é a solução?
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Um comentário:
Laura, responderia sua pergunta da seguinte forma: Não há solução. Isso rola há mto tmpo e se até agora ninguém fez nada pra realmente acabar com esse problema, acho mto difícil que algo seja feito a curto prazo.
Não consigo imaginar outra coisa pra dizer a nao ser, lamentavel!
Parabéns pelo texto.
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